Zapier vs Make: Qual o Melhor em 2025?
Automatizar processos repetitivos é o sonho de qualquer profissional de marketing, operações ou TI em startups e PMEs. Você cansa de copiar dados manualmente do Gmail para o Google Sheets? De notificar o time no Slack sempre que um lead fecha um formulário? A resposta é automação de processos — e duas ferramentas dominam esse mercado: Zapier e Make.
Mas qual escolher? Ambas prometem conectar apps sem código, mas os caminhos são bem diferentes. Enquanto Zapier é o “canivete suíço” das integrações, com uma curva de aprendizado quase zero, Make é o “canivete suíço do poder”, permitindo fluxos de trabalho complexos com lógica condicional e loops.
Neste guia, vamos comparar Zapier vs Make em 2025 de forma honesta, mostrando preços, funcionalidades, facilidade de uso e para quem cada uma é mais indicada. Prepare-se para tomar uma decisão com dados, não com achismo.
Visão Geral Rápida
Antes de mergulharmos nos detalhes, veja um comparativo Zapier Make lado a lado:
Essa tabela resume bem as diferenças. Agora vamos a fundo em cada ponto.
Interface e Usabilidade
Facilidade de uso no Zapier
O Zapier foi construído pensando em quem nunca fez automação. Você cria um “Zap” (nome dado ao fluxo) escolhendo um aplicativo de trigger (ex.: “Novo lead no Typeform”) e uma ação (ex.: “Adicionar linha no Google Sheets”). Tudo em passos guiados, com campos pré-definidos e menus dropdown. Não precisa entender de lógica — o Zapier faz o trabalho pesado.
Vantagem: qualquer pessoa da equipe, do estagiário ao CEO, consegue montar uma integração em menos de 5 minutos. Isso reduz a dependência de TI e acelera a implementação de conectores entre apps no dia a dia.
Curva de aprendizado no Make
Make adota uma abordagem mais visual e poderosa. Você constrói “cenários” arrastando módulos (nós) de aplicativos e conectando-os com linhas. É possível adicionar filtros, roteadores e loops diretamente no editor. Parece um diagrama de fluxo — o que é ótimo para quem tem mente lógica, mas intimidador para iniciantes.
Ponto negativo: a primeira automação pode levar horas, principalmente se você nunca usou uma ferramenta no code fácil antes. A documentação é boa, mas exige estudo.
Resumo: se você quer algo que funcione imediatamente, Zapier vence. Se tem paciência e precisa de controle total, Make recompensa o esforço.
Funcionalidades Principais
Triggers e ações no Zapier
O Zapier trabalha com triggers (eventos) e actions (ações). Cada Zap pode ter múltiplos passos (multistep Zaps), mas eles são lineares: um passo vai depois do outro, sem desvios condicionais. Para fins simples — como enviar um e-mail sempre que um formulário for preenchido — é perfeito.
Limitação: se você precisa de “se o campo preço for > R$ 100, envie para o time comercial; senão, arquive” — isso é possível apenas com filtros (Zapier Filters) em planos pagos, e ainda assim não permite loops ou iterações sobre listas.
Cenários multicondicionais no Make
Make brilha na automação de fluxos de trabalho complexos. Você pode criar cenários com:
– Routers (direcionam o fluxo para diferentes caminhos conforme condições)
– Loops (repetem uma ação para cada item de uma lista)
– Filtros (só prosseguem se uma condição for atendida)
– Agregadores (unem dados de várias fontes)
Exemplo prático: quando um pedido chega no Shopify, o Make pode verificar o valor, aplicar descontos com base no cliente, consultar um CRM para histórico e depois decidir se envia para o setor de qualidade ou para logística — tudo no mesmo cenário, com lógica “low-code automação”. No Zapier, você precisaria de múltiplos Zaps conectados manualmente.
Número de integrações: Zapier lidera com mais de 5.000 apps. Make tem cerca de 1.500, mas cobre a maioria dos serviços populares (Google, Slack, HubSpot, Salesforce, Notion, etc.). Para nichos, vale verificar se o app específico está em ambas.
Preços: Zapier vs Make
Planos gratuitos
O plano gratuito do Make é muito mais generoso: 1.000 operações mensais contra 100 do Zapier. Para um profissional solo ou microempresa, o Make grátis pode cobrir boa parte das necessidades.
Planos pagos e escalabilidade
A diferença de preço fica ainda mais evidente nos planos pagos:
(Preços aproximados em junho de 2025. Consulte o site oficial do Make para valores atualizados.)
Conclusão sobre o comparativo preço automação: Make é significativamente mais barato em todos os degraus. Para 10.000 tarefas mensais, você pagaria ~$100 no Zapier (no plano Professional com add-ons) e apenas ~$9 no Make. Se volume é seu principal critério, Make ganha de lavada.
Zapier é Melhor Para…
- Iniciantes e não-técnicos — a interface intuitiva permite criar automações em minutos.
- Equipes sem TI dedicada — qualquer membro da equipe pode assumir as integrações.
- Quem precisa de milhares de integrações prontas — se seu app de nicho só existe no Zapier, a escolha é óbvia.
- Automações simples e rápidas — com poucos passos e sem lógica condicional, Zapier é imbatível.
- Empresas que priorizam tempo de implementação — você configura em horas, não em dias.
Não é à toa que o Zapier é a ferramenta mais conhecida. Sua força está na simplicidade e no ecossistema vasto. Teste o Zapier gratuitamente por 14 dias e veja como simplificar seus fluxos.
Make é Melhor Para…
- Usuários avançados e profissionais de TI — que dominam lógica e querem controle granular.
- Automações complexas com condicionais, loops e múltiplas fontes — Make faz voar onde Zapier engasga.
- Empresas que buscam economia em escala — o custo por operação é muito menor.
- Equipes que precisam de templates visuais para documentar processos — o editor de cenários já serve como diagrama.
- Quem quer migrar de ferramentas mais caras (Workato, Tray) — Make oferece poder similar por fração do preço.
Se você não tem medo de aprender e seu negócio exige automações “inteligentes”, Make é o melhor custo-benefício. Confira os planos do Make.
Veredito Final
Não existe uma ferramenta universalmente melhor. A resposta para “Zapier vs Make: qual o melhor?” depende do seu perfil e da complexidade das suas automações.
Escolha Zapier se:
– Você quer algo que funcione imediatamente, sem curva de aprendizado.
– Suas automações são lineares (trigger → ação → ação).
– Precisa da maior biblioteca de integrações possível.
– Está disposto a pagar mais pela simplicidade.
Escolha Make se:
– Você ou sua equipe têm paciência para aprender uma ferramenta mais poderosa.
– Suas automações envolvem condições, loops e agregações.
– Volume mensal de tarefas é alto e você quer economizar.
– Já se frustrou com limitações do Zapier em cenários mais complexos.
E as alternativas? Ferramentas como n8n (open-source, auto-hospedada), Power Automate (da Microsoft, melhor se usar ecossistema Office 365) e Workato (enterprise) também merecem consideração. Mas para a maioria dos casos, Zapier e Make cobrem 90% das necessidades.
Perguntas Frequentes
Qual é a diferença principal entre Zapier e Make?
A diferença principal está na abordagem: Zapier é mais simples e linear, focado em automações rápidas entre apps. Make oferece um editor visual com suporte a lógica avançada (loops, condicionais, routers), permitindo fluxos mais complexos. Além disso, os preços do Make são significativamente mais baixos por volume de tarefas.
Zapier ou Make: qual oferece mais integrações?
Zapier lidera com mais de 5.000 integrações, enquanto Make possui cerca de 1.500. Entretanto, Make cobre a maioria dos apps populares (Google, Slack, Salesforce, HubSpot, Notion). Se você precisa de integrações muito específicas, vale verificar se a ferramenta está disponível em ambas ou apenas no Zapier.
O Make é mais barato que o Zapier?
Sim, Make é mais barato em praticamente todos os planos. O plano pago mais barato do Make começa em ~$9/mês (10.000 operações), enquanto o Zapier inicial é ~$20/mês (750 tarefas). Para volumes maiores, a diferença se torna ainda mais expressiva — Make pode ser 3 a 4 vezes mais barato que Zapier para a mesma quantidade de tarefas.
Conclusão
Zapier vs Make é um duelo entre simplicidade e potência. O Zapier é a escolha certa para quem precisa de integrações rápidas, não tem tempo para aprender e valoriza a vasta biblioteca de apps. O Make é a escolha inteligente para profissionais que buscam fluxo de trabalho automatizado com controle granular, lógica avançada e economia de custo a cada operação.
Para iniciantes: Zapier é o caminho mais seguro. Para quem já automatiza e quer escalar: Make oferece mais por menos.
Não deixe a paralisia de escolha te impedir de otimizar seus processos. Ambas têm trial gratuito — teste as duas por alguns dias e veja qual se encaixa no seu ritmo.
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Artigo atualizado em junho de 2025. Preços e funcionalidades podem mudar — consulte os sites oficiais.